O crime organizado não deve ser tratado como criminalidade comum. Defendo investigações mais ágeis, penas mais rígidas e o endurecimento das leis penais para reincidentes e crimes hediondos, a redução da maioridade penal para crimes como homicídio e estupro, e a punição de denúncias comprovadamente falsas.
O Brasil não suporta mais uma elite política distante da realidade da população. Defendo o combate firme à corrupção, a redução de privilégios, a revisão de supersalários e total transparência no uso do dinheiro público. Como advogado, meu compromisso é auditar contratos, expor irregularidades e devolver a política a quem realmente paga a conta: o cidadão.
O Brasil precisa de uma cultura de desempenho, eficiência e responsabilidade administrativa — gestores que não melhoram indicadores de saúde, educação, segurança e saneamento não deveriam ser premiados politicamente. Defendo ainda a fusão de municípios economicamente inviáveis, para que o dinheiro do cidadão financie desenvolvimento, e não máquinas públicas ineficientes.
A favela não pode ser romantizada: milhões de brasileiros vivem em regiões dominadas pelo crime, sem infraestrutura, segurança ou perspectiva de crescimento. Defendo um grande projeto nacional de habitação, urbanização, saneamento e geração de emprego para transformar essas áreas em bairros estruturados. Menos abandono do Estado significa menos soldados para o crime organizado.
Na educação, o foco deve estar no fortalecimento do ensino básico, na valorização dos professores, no ensino técnico e na preparação dos jovens para o mercado de trabalho. Na saúde, defendo a modernização do SUS, investimento em medicina preventiva, tecnologia e digitalização, além da ampliação do saneamento básico, para que a população deixe de ser refém de filas intermináveis e estruturas precárias.
A pobreza não se resolve apenas com assistencialismo. Defendo a industrialização do país, a interiorização das atividades produtivas e o fortalecimento da economia regional para romper ciclos históricos de dependência. Defendo também uma reforma do Bolsa Família com foco em qualificação profissional, capacitação técnica e inserção no mercado de trabalho — transformando assistência em ascensão social.